Marinha dos Estados Unidos confisca ferramentas dos mais necessitados no Afeganistão

A Marinha dos Estados Unidos tem trabalhado na confiscação de ferramentas para colheitas no enclave do Talibã chamado Marja, considerado o povo mais pobre do mundo. O objetivo é de trabalhar efetivamente contra o contrabando de drogas no Afeganistão. A Marinha tem se posicionado em rotas de acesso para Marja na tentativa de convencer imigrantes a não entrar e também confiscar as ferramentas para cultivo, roubando deles a forma mais simples de sobrevivência.
E também, como estrategia, fazendeiros tem recebido incetivo financeiro para destruir os cultivos em seus campos. Aparentemente desde de Domingo, 750 fazendeiros já assinaram o acordo. A oferta esta aberta para todos os fazendeiros, para que não aja alusão a ideia de discriminação contra os cultivadores de papoilas. Contudo, a ideia de sucesso sobre o plano, a de erradicar a plantação de opio (um derivado da papoila) em campos, parece dúbia. Levando em consideração que a plantação de papoilas promove uma renda bastante significativa para os Talibans. Essa intrusiva e complexa operação, a qual regulamenta o pagamento à população do Afeganistão em troca da destruição de cultivos, e também confiscação de ferramentas para cultivação, e ainda sim na expectativa de que o povo consiga se sustentar depois de certa depravação.
No entanto, a atividade de tal cultivo tem um grande impacto social, devido de que, o uso do ópio mascado ou fumado provoca euforia, seguida de um sono onírico; o uso repetido conduz ao hábito, à dependência química.
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